quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
E agora, José?
Conhecido
como “José do Egito”, esse personagem bíblico simplesmente revolucionou a
história de sua época. Sua história começa quando o Deus dos hebreus fez uma
Aliança com o seu bisavô, conhecido como Abraão e, disse: “Sê tu uma bênção!”
Gênesis 12.2.
José habitou
nas terras de seu pai Jacó e tinha 11 irmãos, que por sinal eram muito enciumados
porque ele era o filho predileto, o filho da velhice do pai com Raquel sua grande
paixão.
Mas a
história de ser o filho predileto rendeu pra José muitas dores, não foi nada
fácil. Ele cresceu e se estabeleceu como líder de seus irmãos e quando nada
parecia mudar. Novos ventos sopraram e trouxeram novidade: o próprio Deus falou
com José através de um sonho, era dessa maneira que geralmente Deus falava com
seu povo, e a visão colocava José como um grande líder.
E agora
José? O que esse jovem rapaz fará com essa visão? Nada, ele não precisou fazer
nada, pois o próprio Deus estava no controle de toda a situação, porém
realmente não seria nada fácil.
Primeiro,
porque seus irmãos não queriam que as coisas continuassem dando certo pra José,
pois se sentiam humilhados e dessa forma planejaram tirar a vida do próprio
irmão.
Dessa forma
os irmãos quase mataram José, isso não aconteceu porque um dos irmãos, o mais
velho, não desejou ser o responsável pela morte do jovem, logo tiveram outra ideia
e jogaram José em um poço cerca de 130 km da região onde viviam.
Como
essa ideia não tinha muito fundamento aproveitaram a situação e venderam José para
uma caravana que viajava para o Egito. Ao retornarem para casa inventaram uma verdadeira
história de cinema para o pai, e disseram que José estava morto.
Mas alguém já disse: “Nos piores poços podem estar os grandes propósitos, assim é a
vida de José!”. Como ele mesmo disse: “...vocês planejaram o mal contra mim,
mas Deus o tornou em bem”. Genesis 50.19-20.
Quando
olhamos pra nossas vidas e entendemos que Deus pode transformar as piores situações
em grandes propósitos, vivemos não somente nossas próprias vidas, mas a vida de
Deus em nós, como o apóstolo Paulo disse: “Vivo não mais eu mas, Cristo vive em
mim; e esse viver é pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se
entregou por mim”.
A vida
de Cristo em nós produz esperança e perseverança, e assim como José não podemos
desanimar diante de situações contrárias, mesmo que não entendemos podemos
viver com confiança em Jesus Cristo, pois Deus é digno de toda confiança.
José não
morreu e foi vendido para o povo do Egito, mas essa história não termina assim.
Se você deseja saber mais continue conectado.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Do Poço ao Palácio
José do Egito e a providência de Deus
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José, porém, lhes disse: [...] Vocês planejaram o mal
contra mim, mas Deus o tornou em bem. Gn 50.19-20
Algumas vezes, o Antigo Testamento extrai várias lições de uma única situação. A história de José é um bom exemplo. Primeiro temos uma lição de história. Deus usou o confronto entre impérios (história secular) para preparar a história de seu povo (“história da salvação”). O Deus de Abraão, Isaque e Jacó reafirmou sua aliança a cada geração. Porém, quando Jacó ficou velho, o propósito de Deus foi ameaçado pela fome. Jacó então enviou seus filhos ao Egito para comprar grãos. E como José diria mais tarde, “Deus me enviou à frente de vocês para lhes preservar um remanescente nesta terra e para salvar-lhes a vida com grande livramento” (Gn 45.7).
A segunda lição se refere à providência de Deus. José foi vítima de uma série de injustiças. Ele foi capturado, escravizado, falsamente acusado, preso injustamente e esquecido por seus colegas de prisão, que haviam prometido interceder em seu favor. No entanto, em meio a toda essa maldade, Deus estava atuando de modo a promover o seu bem. Como José disse a seus irmãos: “Vocês planejaram o mal contra mim, mas Deus o tornou em bem, para que hoje fosse preservada a vida de muitos” (Gn 50.20).
Por último, temos uma lição de perdão. José poderia ter reagido de forma diferente em relação a seus irmãos, vingando-se deles ou deixando-os envergonhados. Mas em vez disso, ele preferiu colocar à prova o seu aparente arrependimento. Para isso, ele exigiu que seu irmão mais novo, Benjamim, ficasse no Egito, como refém. Foi um momento dramático. Os irmãos já haviam sacrificado José; teriam agora coragem de sacrificar Benjamim? Não! Judá adiantou-se, implorando pela libertação do rapaz e oferecendo-se para ficar como escravo no lugar dele. Como os irmãos estavam mudados! O arrependimento deles era evidente. José ficou satisfeito, então se revelou a eles, demonstrando seu perdão ao abraçá-los.
A Bíblia toda, o ano todo. John Stott. Editora Ultimato
domingo, 25 de dezembro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
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